ALERTA AOS TRABALHADORES
Os trabalhadores dos Registos e do Notariado têm sido confrontados, nestes últimos tempos, com demasiadas atoardas e mentiras oriundas de uma pseudo associação sindical, que não mais visam do que gerar dúvidas que, por sua vez, originam incertezas e dividem os trabalhadores.
Contudo, para que a dita pseudo associação, não consiga levar por diante os seus intentos, apenas pedimos a todos para que se interroguem sobre o seguinte: a. Quem é que sempre se opôs (e continuará a opor) à liberalização/privatização do Notariado, utilizando, para tanto, todos os meios ao seu alcance, nomeadamente, fazendo vingar a sua argumentação junto dos grupos parlamentares e dos partidos políticos da oposição? b. Quem defendeu (e continuará a defender) a salvaguarda dos postos de trabalho dos oficiais do notariado? c. Quem acolheu e sossegou os colegas visados, sobre a improcedência da acção, e lhes deu cobertura jurídica quanto ao recurso interposto por um excluído em recente concurso para escriturários? d. Quem obteve, depois de aturadas negociações, que as provas práticas para a categoria de 2º ajudante, fossem descentralizadas? e. Quem forçou o Governo a nomear uma comissão para efectuar um estudo sério e célere sobre os nossos vencimentos, cujas conclusões se prevê sejam apresentadas em Junho/2003? f. Quempromoveu, em 2002, acções de formação na área da informática, ministradas a centenas de trabalhadores, nos campos do Office e Internet? g. Quem, em 2003, tem já a decorrer, normalmente, ministradas por conceituados formadores, acções de formação no âmbito dos registos civil, predial e comercial e do notariado? h. Quem, como forma de discordância da política governamental, decretou as greves de 24.11.2002 e de 22.01.2003, apoiando a ida a Lisboa, à Assembleia da República, de centenas de trabalhadores? Tudo isto, e muito mais, tem sido levado a cabo pelo seu sindicato -o STRN- que todos engloba, e todos defende e se dedica empenhadamente na obtenção do melhor para os trabalhadores que representa.
Em oposição, a pseudo associação sindical, que tanto se incomoda connosco e a quem, pela sua postura, nós fazemos por ignorar, não teve pejo nem vergonha para, comportar-se como mero agente do Governo, vir semear a confusão entre os trabalhadores, arrogando-se objectivos que não alcançou e procurando desmobilizar as greves por nós decretadas, dizendo, quanto à primeira, não ser aconselhável e, quanto à outra, ser ilegal!
Perante tal postura, nada condizente com uma associação que se diz e quer defensora dos interesses dos trabalhadores, alertamos todos os colegas para que se não deixem enlevar por falsas melodias e em face das acções e emissões da dita associação vejam de que lado da barricada ela está.
Saudações Sindicais
O Conselho Directivo Regional do Norte
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